Projetos Pedagógicos

Acolher, formar e preparar para a vida.

Contra-Regra

O Contra-Regra, clube de teatro da Escola Secundária Inês de Castro, foi criado em 2004.

É constituído por alunos e ex-alunos da escola e tem como responsável Joana Félix, professora de Teatro, Dança e Educação Física. Teve, entre 2005 e 2015, a colaboração do ator/encenador Pedro Manana.

Tem uma atividade regular intensa que inclui a criação de um espetáculo por ano letivo e, desde 2008, a participação no Encontro Nacional de Teatro na Escola.

Por este grupo já passaram largas dezenas de alunos, alguns dos quais enveredaram por carreiras na área artística, como por exemplo a atriz Teresa Vieira, o realizador Luís Porto e a produtora Laura Milheiro.

CURRÍCULO
  • 2004 - Vem aí o Zé das Moscas de António Torrado - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia 2005 - Frei João Sem Cuidados - ESIC
  • 2005 - Até ao fim do mundo esta paixão - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia 2006 - Teatro de rua de cariz popular - ESIC
  • 2006 - Sonho de uma noite de Verão de William Shakespeare - ESIC 2007 - Teatro de rua de inspiração medieval - ESIC
  • 2007 - Paragem de autocarro de Jaime Salazar Sampaio e É só isto, de Harold Pinter (1º CALE-SE, Festival Internacional de Teatro) - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia
  • 2007 - As portas que Abril abriu, de Ary dos Santos - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia
  • 2007 - Peer Gynt de Henrik Ibsen Escola
  • 2008 - Crimes Exemplares com base em textos de Max Aub (2º CALE-SE, Festival Internacional de Teatro) - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia 2008 - Teatro de rua de inspiração medieval - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia
  • 2008 - Participação no XXIX Encontro Nacional de Teatro na Escola (ETE) - Vila Real de Santo António 2008 - Três Irmãs de Anton Tchekhov - ESIC
  • 2009 - Três Irmãs de Anton Tchekhov - Mosteiro de S. Bento da Vitória, Porto
  • 2009 - Co-organização do XXX ETE - Porto/Gaia
  • 2009 - 5 sketches de Harold Pinter - Cine-teatro Brazão, Gaia
  • 2009 - 5 sketches de Harold Pinter - Pequeno Auditório do Rivoli, Porto
  • 2010 - Participação no XXXI ETE - Alvaiázere
  • 2010 - Participação no projecto APAV 4D, filmagem de DVD - Associação de Apoio à Vítima, Porto
  • 2011 - Participação no XXXII ETE - Almada
  • 2011 - O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues - Fórum Romeu Correia, Almada
  • 2011 - O beijo no asfalto, de Nelson Rodrigues - Conservatório de Música do Porto
  • 2012 - Participação no XXXIII ETE - Lisboa
  • 2012 - B.A.R.C.A., a partir do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente - ESIC
  • 2012 - Participação no XXXIV ETE com apresentação de espectáculo - Serpa
  • 2013 - B.A.R.C.A., a partir do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente - Cineteatro Municipal de Serpa 2013 - B.A.R.C.A., a partir do Auto da Barca do Inferno de Gil Vicente (7º CALE-SE, Festival Internacional de Teatro) - Associação Recreativa de Canidelo, Gaia - Prémio de Melhor Atriz e nomeação para Melhor Encenação
  • 2014 - Participação no XXXV ETE - Fundão e Penamacor
  • 2015 - Participação no XXXVI ETE - Funchal
  • 2015 - As Criadas, de Jean Genet, com prólogo de Pedro Guilherme-Moreira - Teatro Municipal Baltazar Dias, Funchal
  • 2015 - As Criadas, de Jean Genet, com prólogo de Pedro Guilherme-Moreira - Armazém 22, Gaia
  • 2016 - Organização do XXXVII ETE - Gaia
  • 2016 - Por essa escada forrada de palavras subimos diariamente e ao chegar ao patamar prosseguimos, a partir de peças curtas de Jaime Salazar Sampaio - Auditório Municipal de Gaia
  • 2016 - Por essa escada forrada de palavras subimos diariamente e ao chegar ao patamar prosseguimos, a partir de peças curtas de Jaime Salazar Sampaio - ESIC
  • 2017 - Casado à Força de Molière - Associação Recreativa de Canidelo
  • 2017 - Participação no XXXVIII ETE - Moimenta da Beira
  • 2017 - Casado à Força de Molière - Auditório Municipal de Moimenta da Beira
  • 2018 - Inércia - a partir do teatro de Fernando Pessoa - ESIC

Atividades de Acompanhamento ao Estudo

DIAGNÓSTICO

No intuito de apoiar de forma regular os alunos do ensino básico (sétimo e oitavo anos) para promover o sucesso escolar, deu-se continuidade às Atividades de Acompanhamento ao Estudo, mantendo-se o formato do ano anterior. Deste modo, este apoio desenvolve-se, semanalmente, na sala de cada turma, durante dois tempos letivos de cinquenta minutos, estando a atividade integrada no horário da turma. No sétimo ano, todos os alunos frequentam as AAE, de acordo com o estipulado no Projeto Sete Up. A atividade é assegurada por um professor de Matemática e um professor de Português, trabalhando cada um com metade da turma, separadamente. No oitavo ano, a atividade é também assegurada por professor de Matemática e um professor de Português, mas trabalhando cada um com a totalidade da turma.

OBJETIVOS

As Atividades de Acompanhamento ao Estudo destinam-se aos alunos do sétimo e oitavo anos do ensino básico, tendo como objetivos:

  • Desenvolver hábitos de estudo e métodos de trabalho;
  • Esclarecer dúvidas sobre os diferentes conteúdos programáticos;
  • Colmatar dificuldades ao nível da compreensão e da expressão;
  • Desenvolver técnicas de interpretação, análise, síntese;
  • Fomentar a entreajuda entre pares;
  • Aprofundar as aprendizagens e consolidar conhecimentos.

Deste modo, neste espaço, pretende-se:

  • Melhorar os resultados escolares;
  • Consolidar a articulação pedagógica e o trabalho colaborativo entre os vários elementos do conselho de turma.
OPERACIONALIZAÇÃO

Ao longo do ano, cada turma usufruiu de dois tempos letivos semanais destinados às Atividades de Apoio ao Estudo. Esse tempo semanal – 50+50 min – foi integrado no horário da turma, tendo os alunos permanecido na sua sala de aula, acompanhados por docentes, de Português e de Matemática.
Os alunos envolvidos neste projeto foram avaliados qualitativamente no final de cada período, de acordo com uma grelha de avaliação disponibilizada aos respetivos docentes. Relatório Final

As estratégias utilizadas foram diversificadas de acordo com as especificidades de cada grupo e as suas necessidades, tendo sido desenvolvidas atividades no âmbito das diferentes disciplinas, quer por iniciativa dos alunos, quer por indicação dos professores da turma. Deste modo, os apoios não se centraram exclusivamente na área do Português e da Matemática, apesar de assegurados por professores destas disciplinas, já que o seu objetivo é promover, de forma global, o sucesso de cada aluno.

AVALIAÇÃO

A monitorização destas atividades passou pela aplicação de diferentes questionários para avaliar quer as AAE asseguradas pelos professores de Português, quer as AAE asseguradas pelos professores de Matemática. Esses questionários foram aplicados aos alunos e aos professores envolvidos, de modo a apurar o seu grau de satisfação.


Sala de Estudo

DIAGNÓSTICO

A Sala de Estudo é um espaço fundamental na ESIC e está instituída como um espaço pedagógico privilegiado para os discentes estudarem. Aqui podem encontrar um conjunto de meios materiais e humanos, que os pode ajudar a ultrapassar as dificuldades que, por vezes, não conseguem resolver na sala de aula. Este espaço destina-se prioritariamente aos alunos do ensino secundário, uma vez que os alunos do ensino básico dispõem de apoio semanal em sala de aula.

OBJETIVOS

A Sala de Estudo destina-se a todos os alunos da escola, sendo um espaço onde estes podem:

  • Aprofundar as aprendizagens e consolidar conhecimentos;
  • Esclarecer dúvidas sobre os diferentes conteúdos programáticos;
  • Colmatar dificuldades ao nível da compreensão e da expressão;
  • Desenvolver técnicas de interpretação, análise, síntese;
  • Desenvolver hábitos de estudo e métodos de trabalho.

Deste modo, neste espaço, pretende-se:

  • Apoiar os alunos, quer individualmente, quer em pequenos grupos de aprendizagem;
  • Melhorar os resultados escolares;
  • Consolidar a articulação pedagógica e o trabalho colaborativo entre os vários agentes da comunidade.
OPERACIONALIZAÇÃO

Os alunos frequentaram a Sala de Estudo, por sua iniciativa ou por indicação do diretor de turma/conselho de turma, com regularidade, procurando este espaço para desenvolveram o seu trabalho, contando com o apoio dos professores presentes.

Na linha de incentivo à autonomia que pretende caracterizar este espaço, os alunos definiram as matérias a trabalhar e as tarefas que pretendiam realizar, solicitando ajuda, de acordo com as suas necessidades. Os alunos optaram, preferencialmente, pelo trabalho em pares ou em grupo, o que possibilitou a partilha de saberes e a entreajuda.

No final de cada período, foi distribuída a todos os diretores de turma, antes do respetivo conselho de avaliação, uma relação das presenças dos alunos de cada turma, de modo a que todos os professores tomassem conhecimento dessa informação e refletissem sobre ela, assim como os encarregados de educação na respetiva reunião.

Para além disso, foram canalizados para a Sala de Estudo, pelos STP, alunos impossibilitados de estar presentes em sala de aula, quer por motivo de atraso, quer por razões disciplinares. Estes realizaram tarefas diversas, por orientação dos referidos serviços.

AVALIAÇÃO DO PROCESSO

A monitorização desta atividade passou pela aplicação de questionários que apuraram o grau de satisfação dos alunos e professores envolvidos.

Seguem-se os gráficos ilustrativos das respostas obtidas.


Educação Especial

DIAGNÓSTICO

O Decreto-Lei nº3/2008, de 7 de janeiro, diploma que define os apoios especializados a prestar aos alunos com necessidades educativas especiais, situa-se numa perspetiva claramente inclusiva, reconhecendo e legitimando práticas educativas inclusivas e impulsionando uma mais célere mudança cultural e organizativa das escolas.

Este Decreto veio permitir uma melhor qualidade das respostas educativas e do ensino, nomeadamente, uma escola mais inclusiva e um ensino de maior qualidade.

A Educação Especial visa responder às necessidades educativas especiais dos alunos com limitações significativas ao nível da atividade e participação, num ou vários domínios de vida, decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social.

OBJETIVOS
  • Analisar e compreender as necessidades educativas dos alunos, suas famílias e contextos sociais;
  • Contribuir para a diversificação de estratégias e métodos educativos de forma a promover o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos;
  • Articular as respostas e as necessidades educativas com os recursos existentes na escola e noutras estruturas e serviços.
OPERACIONALIZAÇÃO

Os alunos estão integrados nas suas turmas de pertença, onde desenvolvem competências académicas e sociais, de acordo com o seu perfil de funcionalidade. Em contexto de apoio individualizado, prestado pelas docentes de educação especial, no primeiro período começaram a ser apoiados 19 alunos desenvolvendo atividades diversificadas e implementando ações de apoio à melhoria das aprendizagens.

As Professoras de Educação Especial elaboraram algumas estratégias em conjunto com as Diretoras de Turma com estes alunos, como fichas de trabalho, planos de estudo, atividades de compensação.

As Professora de Educação Especial acompanharam ainda dois alunos, com Currículo Especifico Individual, um com 15 anos a frequentar o 7º ano e outro com 17 anos no 10º ano. Foram investidos métodos e técnicas pedagógicas adequadas e construídas de raiz, para estes alunos. Estabelecemos protocolos com a comunidade envolvente, nomeadamente com a Quinta do Fojo e com a lavandaria Bolas de Sabão para a concretização do PIT (Plano Individual de Transição). Realizamos saídas da Escola com o grande objetivo de os ajudar na sua orientação espacial e autonomia para se situarem e reconhecerem trajetos, passadeiras, sinais de trânsito e vária sinalética de orientação pessoal, e estabelecimentos de necessidades básicas (Farmácias, Centros de saúde, …). Estabelecemos protocolo com a Plataforma da EDP no Projeto Escolas Solidárias em parceria com a Educadora Social, no âmbito de sensibilizar a nossa escola para a aceitação da diferença, sob o tema “Humanizar a Escola”.

Há ainda a promoção do trabalho cooperativo entre as docentes da educação especial, pais e encarregados de educação, com vista ao sucesso educativo de todos os alunos com necessidades educativas especiais.

AVALIAÇÃO

A avaliação de apoio prestado pelas Professoras de Educação Especial tem um caráter sistemático e contínuo assumindo uma dimensão marcadamente formativa. A mesma ocorre individualmente, pois cada aluno apresenta um ritmo próprio e devem ser observados os objetivos que foram estabelecidos para cada um. Consiste num processo de observar, registar e procurar tornar o aluno protagonista da sua aprendizagem de modo que vá tomando consciência do que já conseguiu e das dificuldades que apresenta e como as vai ultrapassar.

As Professoras de Educação Especial contribuíram para a diversificação de estratégias e métodos educativos de forma a promover o desenvolvimento e a aprendizagem. Foram trabalhados, nas várias sessões, a atenção/concentração; a realização das tarefas propostas; o empenho e a participação nas atividades, o reforço das aprendizagens académicas; pesquisa na internet para trabalhos nas disciplinas; aplicação de técnicas de estudo com os alunos; sistematizar as matérias dadas nas aulas, construção de resumos para estudo.

A professora de Educação Especial, colaborou com os conselhos de turma na definição e implementação de estratégias para os alunos com Necessidades Educativas Especiais de caráter permanente, assim como participou nas reuniões dos conselhos de turma, tanto nas intercalares, como nas finais de período.

No início do ano letivo, 2017/2018, os alunos já sinalizados terão de ser reavaliados, assim como os alunos que nos irão chegar de novo.


PESIC - Programa Estratégico de Incentivo ao (Bom) Comportamento

O PESIC é um projeto criado por alunos para alunos e está implementado na ESIC desde 2016.

Este projeto tem como principais objetivos o apadrinhamento de turmas do ensino básico por alunos do ensino secundário, testar o impacto da presença de alunos mais velhos junto dos mais novos e incentivar a interajuda entra os diversos alunos.
Ao longos dos dois anos em que o projeto esteve em vigor, têm sido realizadas diferentes atividades, desde simples visitas de estudo até palestras e jogos lúdicos.
Desta forma, o PESIC pretende diminuir a indisciplina, o abandono escolar e, de certa forma, dar resposta aos diversos problemas com que os alunos se confrontam no seu quotidiano.

O PESIC visto pelos alunos

"O PESIC é muito mais do que um simples projeto de apadrinhamento. O projeto tenta promover as mais diversas atividades que contribuam, de alguma forma, para o desenvolvimento integral do aluno, privilegiando atividades que pretendem dar uma formação emocional, moral e humana às turmas intervencionadas, permitindo, desta forma, um ensino multifacetado. Durante os seus dois anos de funcionamento, foram incutidos aos diversos alunos valores importantíssimos para a vivência em sociedade que, de outra forma, possivelmente, não seriam abordados.
Assim, como resultado do esforço de uma excelente equipa e do empenho das turmas intervencionadas, o PESIC tem alcançado resultados incríveis, que se refletem na personalidade e nos atos dos nossos alunos."

Diogo Resende, Fundador e Coordenador do PESIC


"Inicialmente, o PESIC era um simples projeto de melhoria de comportamento, ou, pelo menos, eu via-o assim. Com a evolução do mesmo, aprendi que o PESIC é bem mais do que isso. Sendo um projeto com bases sólidas e bem organizado, este revelou-se fonte de compreensão e aprendizagem de muitos valores morais e humanos, não só para aqueles que recebem estes conhecimentos da parte dos alunos integrantes, mas também para os que estão por trás a preparar tudo. Na realidade, como ajudante neste projeto, penso que aprendi muito mais do que aquilo que ensinei.
Atualmente, e também por causa deste projeto, conheço melhor as minhas facetas relacionadas com a expressão oral, com o ser dinâmico e capacidade de liderança. Por esta ordem de ideias, aquilo que surgiu da cabeça de um aluno teve frutos, muitos frutos e esperemos que ainda tenha mais, uma vez que o PESIC nunca será um simples projeto."

Filipa Pereira, Colaboradora e Assessora do PESIC


CAPE - Programa de Cooperação e Ajuda entre Pares no Estudo


O CAPE é um projeto de interajuda entre alunos da ESIC e tem como principal objetivo promover o sucesso nas disciplinas específicas da área de Ciências e Tecnologias, nomeadamente na disciplina de Física e Química A. Esta interação, em que os alunos de 12º ano prestam apoio e esclarecem dúvidas aos colegas de 10º e 11º ano, potencia uma melhor consolidação, por parte de todos, dos conteúdos lecionados no âmbito desta(s) disciplina(s).

Desta forma, através do CAPE, a ESIC consegue, não apenas assegurar um apoio semanal aos alunos que o solicitem, permitindo-lhes alcançar melhores resultados escolares, como viabilizar uma integração mais eficaz dos alunos do 10º ano que frequentam pela primeira vez a nossa Escola.


INTERVENIENTES NO PROJETO

O projeto CAPE teve início no presente ano letivo, sendo a sua equipa coordenada pela professora Conceição Mendonça e constituída pelos alunos, Catarina Teixeira, Diogo Resende, Guilherme Diogo, João Azevedo, Mário Sousa, Miguel Magalhães, Nuno Pereira, Pedro Barros e Rita Cruz.

RECETIVIDADE DO PÚBLICO-ALVO

"Não aderi no início, mas quando decidi começar a participar senti–me logo integrada no grupo. Ajudou-me a melhorar alguns aspetos sobre a matéria."

Beatriz Arantes (10º B)

"Sempre senti dificuldades a Física e Química e vi o CAPE como uma oportunidade de melhorar o meu desempenho nesta disciplina. Considero este projeto uma ótima iniciativa, que incentiva os alunos a inscreverem-se e a obter umas explicações, digamos, diferentes. O facto de termos jovens da nossa faixa etária a explicar a matéria é uma mais-valia e uma maneira mais eficaz de aprender."

Inês Guedes (10º B)

"Nós achamos o CAPE muito útil para tirarmos as nossas dúvidas e estudarmos, porque somos auxiliados por pessoas mais próximas da nossa idade, que, por vezes, até têm métodos e formas mais simples de nos ajudarem a perceber a matéria."

Beatriz Gonçalves, em nome da turma 10º A

"O CAPE, na minha opinião, tem sido uma ajuda crucial para o bom desempenho dos alunos do 10º e do 11º ano. Embora focado na área da Física e Química, também pode abranger a Matemática, a Biologia e Geologia, e a Geometria Descritiva.
A hospitalidade, a simpatia e a enorme vontade de sucesso são três das inúmeras características deste projeto. Durante as sessões, os alunos-explicadores circulam pela sala e vão ajudando os colegas mais novos; ao mesmo tempo, transmitem a sua experiência, ensinam novos métodos de estudo e motivam-nos a estudar e a alcançar os seus objetivos.
O CAPE está a ser uma mais-valia para os alunos do 10º e 11º ano e acredito que será um dos motivos de sucesso para quem o frequenta."

Gonçalo Rodrigues (11º…)


UP

DIAGNÓSTICO

O início de um novo ano letivo é sempre um desafio para alunos, professores e pais. Em particular para os discentes que vão iniciar um novo ciclo de estudos, numa nova escola, esse desafio toma outras proporções. É natural que haja receios, insegurança, curiosidade e outros sentimentos transversais a todos os intervenientes. É também o momento ideal para "agarrar" e motivar todos aqueles que durante o ano letivo vão trabalhar de forma muito próxima.

É nessa direção que segue o projeto UP. Em Setembro, chegam à escola, alunos provenientes de outras escolas, com outras regras, com outros hábitos, com conhecimentos e aprendizagens melhor ou pior realizadas. Estão no entanto todos prontos a iniciar noutro ciclo, um novo ano, o 7º ano. É então com estes novos alunos que se inicia o desafio de desenvolver um trabalho que se pretende bem sucedido.

Com base nos princípios de uma boa relação pedagógica, o contexto de sala de aula serve de cenário para uma aprendizagem ativa e estimulante onde se relacionam os conteúdos escolares com a vida diária dos alunos.

No período de preparação do novo ano letivo, as diferentes áreas disciplinares definiram o perfil de conhecimentos do aluno que inicia o sétimo ano de escolaridade. Ainda nesse período prévio e numa estreita articulação entre a Direção, as Coordenadoras de Departamento e os docentes responsáveis pelas várias áreas disciplinares foram selecionados professores para a constituição de equipas pedagógicas que semanalmente reuniram em conselhos de coordenação pedagógica e acompanharam os projetos das várias turmas com base na definição de estratégias onde haja lugar à interdisciplinaridade. Os critérios de seleção dos docentes foram: a experiência de lecionação do sétimo ano de escolaridade e a recetividade em trabalhar com este nível etário de alunos.

De entre os elementos que constituem cada equipa pedagógica foi nomeado o Diretor de Turma que está diretamente envolvido na promoção da aproximação da família à escola, de forma a tornar esse envolvimento parental mais eficaz, através de um contacto regular com os encarregados de educação. Paralelamente, para cada equipa pedagógica foi igualmente nomeado um coordenador do projeto turma que lidera, em parceria com o diretor de turma, as reuniões semanais de coordenação pedagógica.

A interdisciplinaridade orienta o trabalho pedagógico desses conselhos de turma numa periodicidade semanal e a planificação das atividades a realizar em sala de aula tem como base a resolução de problemas partindo das experiências dos alunos e das aprendizagens a promover.

No início do ano letivo foi realizado, tal como foi dito anteriormente, o diagnóstico das aprendizagens que forneceu uma informação relevante para a definição da intervenção a realizar nos novos percursos de aprendizagem.

Com o intuito de melhorar o desempenho no domínio da língua materna dos alunos foi desenvolvida uma formação específica dirigida aos diretores de turma dos sétimos anos, orientada por uma docente especializada do quadro de escola através de duas sessões formativas com a duração de seis horas. Este trabalho foi alargado aos vários conselhos de turma com o auxílio dos professores de português que integram os mesmos e que produziram material didático específico.

A continuidade do projeto UP (mais sucesso menos indisciplina) priorizar a transversalidade das aprendizagens e a promoção da autonomia do aluno na gestão dos seus saberes.

A constituição de equipas pedagógicas que integram as turmas de cada ano de escolaridade continua a ser o pilar organizativo que sustenta a filosofia do UP.

OBJETIVOS
  • Melhorar os resultados escolares dos alunos do terceiro ciclo;
  • Reduzir o número de ocorrências disciplinares;
  • Promover uma maior participação dos pais na vida da escola;
  • Implementar um projeto pedagógico inovador de referência.
OPERACIONALIZAÇÃO
7º ano UP
  • 3 equipas / 7 turmas - 164 alunos
  • 3 Coordenadoras de Projeto / 7 Diretores de Turma UP

8º ano UP
  • 4 equipas / 9 turmas - 206 alunos
  • 4 Coordenadoras de Projeto / 9 Diretores de Turma UP

9º ano UP
  • 5 equipas / 9 turmas - 207 alunos
  • 5 Coordenadoras de Projeto / 9 Diretores de Turma

UMAR

A Umar, União Mulheres Alternativa e Resposta, através do projeto Art´themis possui uma parceria com a ESIC para dinamizar, junto de turmas do ensino básico, ações de sensibilização alusivas ao tema Violência no Namoro. Os principais objetivos são promover e desenvolver competências pessoais e sociais para a resolução de problemas e de tomada de decisão.
ESIC - Logo UMAR

Desalinhado - Jornal Escolar

O Jornal Desalinhado nasceu em 1996, com o intuito de dar voz a toda uma comunidade educativa, espelhando, simultaneamente, os momentos mais significativos da nossa escola.

O seu nome foi dado pelos alunos. Tem passado por diferentes formatos e atravessado as mais diversas dificuldades mas continua vivo. O próximo passo será tratar da sua publicação no site da ESIC.

Contamos com a colaboração de todos para obter conteúdos educativos. Participa!!!


Equipa de Saúde Escolar


Esta equipa debruça-se sobre duas vertentes:

Saúde Alimentar,


visando fomentar uma cultura alimentar saudável; assume-se como mecanismo de controlo das ementas propostas na cantina, apelando à confeção de menus cuidados, variados e atrativos com o intuito de ajudar a fomentar hábitos de alimentação mais saudáveis.

Por outro lado, junto dos bufetes, intervém-se numa ótica de sensibilização dos consumidores para a necessidade de gerirem o que comem e quando comem.

Educação Sexual,


através da implementação de um programa de ação em parceria com a Unidade de Saúde Familiar de Canidelo. Pretende-se dotar os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao bem-estar físico, social e mental.

Pretende-se ainda uma mudança de comportamentos de risco e promover uma cultura de respeito e responsabilidade no campo da sexualidade. Paralelamente, colaboramos num programa de intervenção subordinado à temática Violência no Namoro em articulação com os Serviços de Pediatria do Centro Hospitalar de Gaia e Espinho que envolve nove turmas do ensino secundário.


Parlamento dos Jovens

O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa da Assembleia da República organizado em colaboração com o Ministério da Educação, tendo por objetivos:

  • Educar para a cidadania, estimulando o gosto pela participação cívica e política;
  • Dar a conhecer a Assembleia da República, o significado do mandato parlamentar, as regras do debate parlamentar e o processo de decisão do Parlamento, enquanto órgão representativo de todos os cidadãos portugueses;
  • Promover o debate democrático, o respeito pela diversidade de opiniões e pelas regras de formação das decisões;
  • Incentivar a reflexão e o debate sobre um tema, definido anualmente;
  • Proporcionar a experiência de participação em processos eleitorais;
  • Estimular as capacidades de expressão e argumentação na defesa das ideias, com respeito pelos valores da tolerância e da formação da vontade da maioria;
  • Sublinhar a importância da sua contribuição para a resolução de questões que afetem o seu presente e o futuro individual e coletivo, fazendo ouvir as suas propostas junto dos órgãos do poder político.

O programa Parlamento dos Jovens desenvolve-se em várias fases ao longo do ano letivo, que são semelhantes para as sessões do ensino básico e do ensino secundário:

1ª FASE: ESCOLA
Debate do tema proposto anualmente: pode ser realizado apenas internamente ou com convidados (entidades locais, especialistas, etc.) A Sessão Escolar, onde se aprova o Projeto de Recomendação da Escola e se elegem os respetivos representantes às Sessões a nível distrital ou regional.
2ª FASE: DISTRITO
Realização de Sessões Distritais/Regionais, onde se reúnem os deputados que representam as escolas de cada distrito ou região autónoma, para aprovar os Projetos de Recomendação a submeter à Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens e eleger os deputados que os vão representar nesta Sessão.
3ª FASE: ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Realização da Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, onde se reúnem os deputados jovens, a nível nacional, representando cada distrito ou região autónoma, na qual se aprova, após debate em Comissões e em Plenário, a Recomendação final sobre o tema daquela edição do Parlamento dos Jovens.

A ESIC participa neste projeto desde o ano letivo de 2011-2012 tendo ido por quatro vezes à Sessão Nacional na Assembleia da República.


Referencial para a Paz

O projeto "Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz" resulta da criação de um protocolo de colaboração entre o Ministério da Educação e Ciência (MEC) e o Ministério da Defesa Nacional (MDN), tendo como principal objetivo promover a divulgação dos valores e das matérias da segurança e da defesa nos ensinos básico e secundário.

O Referencial, assume-se como um documento pedagógico de natureza flexível, instrumento facilitador para a implementação da Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz nas escolas, proporcionando a aquisição de conteúdos, o desenvolvimento de capacidades e a assunção de atitudes e valores que visam a prevenção de conflitos, a criação de um ambiente de segurança e a construção de uma cultura de Paz.

VERTENTES DO PROJETO

O projeto apresenta duas vertentes distintas e defende a transversalidade como forma de congregar esforços para melhorar o nível de conhecimentos. Por um lado, o trabalho desenvolvido nas disciplinas que se adequam aos temas escolhidos e por outro, no caso do terceiro ciclo, pela área específica de Cidadania, disciplina pivot e aglutinadora de todo o processo.

No caso do ensino secundário, as disciplinas, de forma autónoma e de acordo com o seu programa curricular, exploram as temáticas do referencial, valorizando, de forma muito significativa, a importância das mesmas para a criação de cidadãos ativos e empenhados no mundo em que vivem.

PRINCÍPIOS / OBJETIVOS

Por fim, realçar os grandes princípios / objetivos do Referencial de Educação para a Segurança, a Defesa e a Paz, a saber:

  • Melhorar os conhecimentos, o desenvolvimento de capacidades e promover atitudes/valores e comportamentos na área da segurança, defesa e paz;
  • Desenvolver a educação para a cidadania em ambiente escolar;
  • Promover a defesa da identidade nacional com o reforço da matriz histórica de Portugal;
  • Sensibilizar os jovens para se transformarem em cidadãos ativos e empenhados na sociedade atual.

Professores responsáveis

Ana Madalena Abrunhosa (Ensino Básico)
José Geraldes Santos (Ensino Secundário)


Horta da Inês

Projeto iniciado no ano letivo de 2000/2001.

Professores envolvidos no projeto: Angelina Duarte (Biologia/Geologia), Maria José Leite (Biologia/Geologia) e Tatiana Vateva (Educação Física)

Alguns objetivos do projeto: proporcionar aos alunos aprendizagens fora da sala de aula, motivar os alunos para a manutenção cuidada do espaço escola, promover o espírito de iniciativa e autonomia, ocupar de forma construtiva os tempos livres dos alunos, promover a integração de alunos da educação especial.

Espaços da escola cuidados neste projeto: horta, floreiras e vasos.

Plantas existentes nestes espaços: hortícolas da época, plantas aromáticas, plantas ornamentais e catos.

A professora responsável pelo projeto: Angelina Duarte


Erasmus+

A ESIC é escola parceira da Rjukan Videregående skole (Noruega) e receberá em fevereiro a visita de dois professores, no âmbito do projecto "Heritage and Development in Education".

Foi submetida uma candidatura para mobilidade individual, de visita à escola parceira, no próximo ano lectivo, que aguarda aprovação.

A ESIC vai também candidatar-se a um projecto KA2, com a duração de dois anos, que se encontra em fase de candidatura.

Rjukan Videregående skole

EMIP'S


Responsável: Dr.ª Ana Barbosa - Educadora Social
DIAGNÓSTICO e FUNDAMENTAÇÃO

As Equipas Multidisciplinares de Intervenção Pedagógica - EMIP’s - são grupos de trabalho constituídos pelos Técnicos dos Serviços Técnico-Pedagógicos/TEIP, Assistente Social/Autonomia, Diretores de Turma do 3º ciclo (especificamente o 7º ano e 8º ano) e respetivas equipas pedagógicas (sempre que necessário a docente da Educação Especial) que analisam os casos dos alunos do sétimo e oitavo ano com necessidade de acompanhamento, definem o programa de intervenção, os destinatários e os tempos de execução. No âmbito do projeto UP as EMIP's integram as reuniões das equipas pedagógicas obrigatoriamente uma vez por período e sempre que necessário.

A tipologia de problemáticas habitualmente diagnosticadas incide sobre:

  • Aproveitamento escolar;
  • Comportamentos desajustados;
  • Assiduidade;
  • Estabilidade psicológica;
  • Ambiente familiar;
  • Integração escolar.
OBJETIVOS
  • Agir preventivamente no contexto de cada aluno;
  • Consolidar o sistema interno que permita uma sinalização dos alunos do ensino básico;
  • Encaminhar os alunos para um plano de intervenção de acordo com a problemática diagnosticada;
  • Articular as informações com os Encarregados de Educação;
  • Contribuir para melhorar o sucesso educativo dos alunos.
OPERACIONALIZAÇÃO

A Equipa Multidisciplinar de Intervenção Pedagógica - EMIP reuniu três vezes durante o ano letivo com os Diretores de Turma do 7º ano e 8º ano com o intuito de avaliar/sinalizar situações problemáticas que justifiquem uma atuação técnica definindo a intervenção a adotar com os alunos sinalizados. Relatório Final PEE/TEIP2016/2017 Autonomia Acolher, Formar e Preparar para a Vida

Para além das EMIP`S, os Técnicos elaboraram relatórios e estiveram presentes nos conselhos de turma intercalares na perspetiva de prestar informações e obter outras junto dos docentes, o que permite agilizar futuras intervenções.


Reforços Pedagógicos

DIAGNÓSTICO e FUNDAMENTAÇÃO

No dia 19 de julho de 2013, pelas 16.00h, decorreu a negociação do TEIP entre a DGE e a Direção da escola. Como resultado dessa negociação e porque a escola conseguiu atingir as metas com 69 pontos para o ano letivo 2012/2013, foi atribuído um reforço de recursos adicionais que se traduziu em 22 horas de Português (código 300), 22 de Matemática (500), 11 horas de Biologia (código 520) e 11 horas de Física e Química (código 510). Após reunião com as respetivas Coordenadoras de Departamento e com o conhecimento do Presidente do Conselho Geral a Direção realizou a distribuição do respetivo crédito horário.

Em julho de 2014 registou-se a continuidade da atribuição dos reforços pedagógicos negociados em julho de 2013.

No âmbito da atribuição das cargas horárias semanais por disciplina, ano e ciclo haverá um reforço de 50 minutos na disciplina de História/ 8º ano de escolaridade de acordo com o ponto nº 5, do art.º 1.º, da Portaria nº 44/2014, de 20 de fevereiro (alteração do art.º 4º da Portaria nº 265/2012, de 30 de agosto.

OBJETIVOS
  • Reforçar as aprendizagens em pequenos grupos;
  • Estimular o gosto pela aplicação de conhecimentos;
  • Melhorar os resultados académicos e sociais.
ROTEIROS D’ ESCRITA

Metodologia/Atividades:

  • Planificação da escrita;
  • Textualização;
  • Revisão para melhoria do texto;
  • Heterocorreção.

Todas as atividades pedagógicas são desenvolvidas em articulação com os conteúdos programáticos, com vista a preparação para o exame nacional.

MATEMÁTICA 9º ANO

Metodologia/Atividades:

  • Resolução de problemas/exercícios em pequeno grupo ou individualmente.
  • Preparação para o Exame Nacional através da seleção de problemas mais abrangentes no domínio dos conteúdos programáticos ministrados ao longo do terceiro ciclo.