Serviços

Acolher, formar e preparar para a vida.

Serviços Técnico-Pedagógicos

A equipa dos Serviços Técnico-Pedagógicos (STP) da Escola Secundária Inês de Castro (ESIC) é composta por um Psicólogo, uma Assistente Social, uma Educadora Social e um Mediador Escolar.

São várias as áreas de atuação dos profissionais dos STP, destacando-se a orientação escolar e profissional, o apoio psicológico a alunos, a consultadoria com pais e professores no apoio à sua prática educativa, a colaboração na avaliação e análise da intervenção para alunos com necessidades educativas especiais, a intervenção em problemas de indisciplina, a resolução de problemas de absentismo e abandono escolar e a participação em diversos projetos da escola.

O pedido de apoio ou encaminhamento de alunos, ou o pedido de intervenção em problemas de absentismo ou abandono escolar, é feito junto dos profissionais do gabinete.

Veja aqui a Orientação Vocacional para os Pais - fev. 2018

Projetos em execução pelos profissionais dos STP e em colaboração com Professores e alunos:


Programa de Combate à Indisciplina,


para melhorar o ambiente escolar, reduzir a indisciplina e promover o sucesso educativo.


ESIC Sempre a Horas,


para melhorar a assiduidade, reduzir o absentismo e promover o sucesso educativo.


Ser Capaz,


em colaboração com a Professora Joana Félix, é um projeto para melhorar a auto estima e o auto conceito dos alunos promovendo uma melhor integração escolar.


PESIC,


em colaboração com alunos do ensino secundário, este é um projeto de intervenção por pares que pretende promover comportamentos adequados.


MIMO,


é um conjunto de atividades de enriquecimento curricular realizadas fora do horário letivo que possibilitam o aumento de conhecimentos, gostos e saberes.


Biblioteca

A biblioteca da ESIC é um espaço moderno, espaçoso e bem iluminado por luz natural. Para além do acervo tradicional de centenas de livros de todas as áreas, possui ainda revistas e jornais, DVD’s e CD’s à disposição de alunos e todos os elementos da comunidade educativa. Poderão ser consultados no local ou requisitados para casa.

A biblioteca tem ainda ao dispor dos utentes de vários computadores com ligação permanente à Internet.


Museu

Projeto iniciado em 2011, o Museu ESIC abriu ao público em 2016 com os objectivos de exibir o percurso histórico desta escola assim e captar momentos de interacção entre estudantes, professores e outras entidades através de diversas exposições e eventos. Cultura de escola, memória e identidade são as palavras-chave deste projecto.

ESIC - Museu ESIC

Supervisão Pedagógica

O Projeto de Supervisão e(m) Colaboração integra-se num design de oficina pedagógica creditada, tendo sido criado no ano letivo 2014/15. Assume-se como uma prática formativa em comunidade de aprendizagem, na qual é reforçada a importância da observação, partilha e reflexão de experiências pedagógicas em contexto de aula.

Ambiciona possibilitar a vivência de uma metodologia de ação colaborativa que ganha significado pela implicação de todos no estudo e procura de soluções para os problemas e desafios que a escola enfrenta.

Apresenta uma publicação anual – Caderno Pedagógico, a qual constitui uma forma de divulgação das práticas e do caminho percorrido.

Eugénia Silva


Publicações da Supervisão e(m) Colaboração na ESIC:

Conceber colaborativamente uma estratégia de ensino

Observação de aulas e formação entre pares

A prática de ensino supervisionada em educação física

Supervisão em colaboração - testemunho de uma experiência formativa

Supervisão em colaboração: Sustentabilidade no desenvolvimento pessoal, profissional e organizacional


Caderno Pedagógico I


Ano Letivo 2014/15


Caderno Pedagógico III


Ano Letivo 2015/16


Caderno Pedagógico III


Ano Letivo 2016/17


Caderno Pedagógico IV


Ano Letivo 2017/18


GAIAF

O Gabinete de Apoio e Informação ao Aluno e à Família - GAIAF - pretende ser um projeto de mediação escolar/social que funciona na escola, com o intuito de prestar um serviço de apoio aos alunos e respetivas famílias, corpo docente e não docente e a toda a comunidade escolar, funcionando em estreita articulação com os serviços e instituições da comunidade envolvente.

Este projeto tem como finalidade contribuir para o crescimento harmonioso e global dos jovens, nas suas diferentes dimensões (individual, familiar, escolar e social), com o objetivo de formar cidadãos livres, responsáveis, solidários e autónomos. Pretende atuar com base no princípio, de que se previnem as consequências dos problemas agindo sobre as suas causas, através de uma relação de confiança e empatia estabelecida com os alunos.


Atividades/Estratégias de intervenção realizadas no âmbito do GAIAF:

  • "Apoia-te" - Apoio e acompanhamento psicológico (Psicólogo e Mediador);
  • Apoio Psicossocial aos Alunos e às Famílias (Educadora Social e Assistente Social);
  • "Orienta-te" - Programa de orientação escolar e profissional e encaminhamento para formação profissional (Psicólogo e Mediador) e
  • "Sensibiliza-te" - Ações de sensibilização sobre diversas temáticas (Educadora Social).
APOIA-TE (GAIAF)
DIAGNÓSTICO

A atividade Apoia-te destina-se a todos os alunos do nosso universo escolar que necessitam de um apoio psicológico individualizado para colmatar as suas dificuldades cognitivas, emocionais, comportamentais ou familiares, que possam comprometer o sucesso educativo do aluno, a sua integração escolar e o seu desenvolvimento global.

O apoio psicológico é prestado individualmente aos alunos, garantindo os pressupostos do código ético definido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses. Sempre que necessário solicita-se a intervenção dos restantes elementos dos STP (Docente de Educação Especial, Educadora Social, Assistente Social e Mediador) no sentido de participarem no processo de ajuda.

O pedido de apoio psicológico pode ser realizado pelo diretor de turma, encarregados de educação, outros técnicos dos STP, órgão de gestão ou por solicitação do próprio aluno que procura ajuda.

Esta atividade implica um processo de consultadoria com os encarregados de educação e os diretores de turma, fundamental na contextualização e melhor compreensão de determinados comportamentos na história de vida dos alunos e na definição das estratégias de intervenção.


OPERACIONALIZAÇÃO

O apoio psicológico prestado aos alunos decorre em sessões com periodicidade semanal, quinzenal, mensal ou pontual conforme as necessidades identificadas e a disponibilidade do Psicólogo. Devido ao elevado número de pedidos, criou-se um modelo de referenciação/encaminhamento para os STP (Psicologia). Este modelo de referenciação permite uma melhor caracterização da problemática do aluno, obter a autorização formal do Encarregado de Educação para que o seu educando seja acompanhado pelo Psicólogo, facilitar a contabilização e análise dos dados referentes ao apoio psicológico e realizar uma triagem mais efetiva e eficaz para a equipa dos STP. O documento foi aprovado pelo Conselho Pedagógico da escola no mês de janeiro de 2017.

Com o intuito de melhor adequar o tipo de intervenção ao aluno em causa utiliza-se um vasto leque de técnicas de psicologia, maioritariamente estratégias da psicoterapia cognitiva e comportamental e, sempre que necessário, recorre-se a uma ação mais sistémica com vista a adequar o tipo de intervenção às características do aluno.

As reuniões com os professores decorrem (preferencialmente) nas salas de apoio dos serviços técnico pedagógicos com o intuito de obter e transmitir informações acerca do processo do aluno e discutir ou delinear as estratégias de intervenção. Por vezes a discussão e partilha de informações é feita mais informalmente na sala de trabalho dos docentes, ou em períodos de intervalo das atividades letivas sempre que se proporciona. Para que esta colaboração Psicólogo/Professor se torne mais efetiva definiu-se um horário de atendimento aos docentes, sujei-to a marcação prévia (quartas-feiras a partir das 16,30h), onde é possível articular estratégias de intervenção, com vista à prossecução dos objetivos delineados, bem como, prestar apoio ao Professor em todo e qualquer problema que seja solicitado pelo mesmo.

Em relação aos pais e encarregados de educação, as reuniões são marcadas na escola por convocatória dos técnicos ou por solicitação dos encarregados de educação. No caso dos encarregados de educação não poderem deslocar-se à escola por motivos de saúde, ou caso se considere pertinente agendar a reunião fora da escola o técnico (Assistente social; Educadora social) desloca-se à sua residência.

APOIO PSICOSSOCIAL (GAIAF)
DIAGNÓSTICO

Os Técnicos responsáveis pelo Apoio Psicossocial procuram assegurar uma intervenção integrada e um atendimento/acompanhamento psicossocial capaz de assegurar respostas adequadas às necessidades dos alunos e/ou família em situação de maior vulnerabilidade social.

Os Técnicos utilizam uma metodologia de trabalho interinstitucional que assenta na articulação dos serviços e respetivos técnicos, flexibilizando e personalizando o acompanhamento aos alunos e respectivas famílias, promovendo uma rentabilização de recursos, de modo a combater a fragmentação das respostas e o insucesso na intervenção psicossocial.

A intervenção social deve ainda assentar numa lógica de planeamento que permita a definição de objetivos claros e exequíveis, incentivando o indivíduo/família à participação ativa no seu próprio processo de mudança/resolução dos seus problemas.

A sinalização de alunos encaminhados para o Apoio Psicossocial é feito através das equipas EMIP`s, 7 UP ou dos diretores de turma do ensino básico e secundário.


OBJETIVOS
  • Conhecer e refletir sobre as problemáticas;
  • Acompanhar, orientar e aconselhar os alunos e/ou famílias face aos problemas identificados;
  • Promover a participação ativa dos alunos e pais no processo de resolução dos seus problemas, potencializando capacidades e rentabilizando recursos;
  • Informar sobre os apoios sociais existentes na comunidade;
  • Encaminhar os alunos e sua família para os apoios sociais existentes na comunidade;
  • Mobilizar os recursos da comunidade.

OPERACIONALIZAÇÃO

O Apoio Psicossocial é uma metodologia de trabalho importante na adequação de res-postas às necessidades dos alunos e família, já que através deste, o Técnico obtém mais de perto informações das problemáticas existentes e consequentemente adequa respostas para a integração escolar e social dos alunos contribuindo para o seu processo educativo.

Assim, foram delineadas estratégias de intervenção que melhor respondessem às necessidades. Entre elas podemos destacar: escuta ativa, articulação com o psicólogo e mediador, articulação interinstitucional, articulação com os serviços administrativos e de acção social da escola, articulação com os directores de turma. Naturalmente, não podemos esquecer que neste processo o papel do encarregado de educação/pais e/ou tutores é fulcral para a resolução das situações de maior vulnerabilidade dos seus educandos, pelo que, foram encetados contactos/ atendimentos com estes últimos.

Ao longo do ano as Técnicas Sociais atuaram sobre diversas problemáticas quer dos alunos, quer do núcleo familiar dos mesmos. Desta forma, realizaram vários atendimentos que possibilitaram uma avaliação mais pormenorizada das situações apresentadas. Esta ação foi feita em articulação com os demais agentes da comunidade onde se inserem os alunos.

SENSIBILIZA-TE (GAIAF)
DIAGNÓSTICO

As ações de sensibilização representam uma ferramenta essencial na fomentação de mudanças comportamentais mais adequadas. Com esta atividade, procura-se atingir uma predisposição dos alunos para uma mudança de atitudes. Para a mudança de atitudes é necessário educar, apresentando meios de mudança que permitam conduzir à melhor atitude e ao comportamento adequado perante diferentes problemáticas pelas quais os alunos e suas famílias se deparam.

As dinamizações das ações de sensibilização partem de problemáticas identificadas na comunidade escolar, ou até mesmo como forma de prevenção adequada ao grupo etário dos alunos e famílias.


OBJETIVOS
  • Contribuir para a prevenção de comportamentos desajustados através da integração dos saberes, valores, atitudes e comportamentos positivos;
  • Estimular uma mudança de atitudes, com vista a comportamentos mais ajustados;
  • Consciencializar os alunos relativamente a questões e temas fundamentais ao seu desenvolvimento enquanto cidadãos.

OPERACIONALIZAÇÃO

No primeiro semestre foram dinamizadas ações de sensibilização alusivas ao tema: Violência no Namoro. Esta ação teve a colaboração da Junta de Freguesia de Canidelo em conjunto com a UMAR (União de Mulheres e Resposta) no seguimento da Proposta de organização do dia 25 de novembro - Dia Internacional Contra a Violência.

No segundo semestre foram realizadas novas ações de sensibilização que foram ao encontro das necessidades encontradas no contexto escolar.

Desta forma a Umar - União Mulheres Alternativa e Resposta, através do projeto Art´themis e de uma parceria estabelecida com a escola, desenvolveu sessões quinzenais (e por vezes semanais) junto das turmas A e E do 7º ano de escolaridade no sentido de promover e desenvolver competências pessoais e sociais e competências de resolução de problemas e de tomada de decisão.

Ambas as turmas realizaram um projeto final que apresentaram na Universidade Católica do Porto para outras escolas que também beneficiaram do projeto Art´themis. Este projeto final foi igualmente apresentado pelos alunos aos seus encarregados de educação, no auditório da escola, no dia 6 de junho de 2017.

ORIENTA-TE (GAIAF)
DIAGNÓSTICO

A atividade de orientação vocacional (OV) Orienta-te pretende esclarecer as dúvidas dos alunos que se encontram a concluir o 9.º ano de escolaridade acerca do percurso a seguir no final do ano letivo, nomeadamente a opção entre um curso de carácter geral ou um curso profissional. Pretende-se igualmente com estas sessões desmistificar junto dos alunos, pais e encarregados de educação, a ideia de que vão fazer uma escolha que será para toda a vida, e a importância de escolherem bem o curso para fazerem carreira.

Pretende-se ainda sensibilizar os alunos para a necessidade de relativizarem aspetos como o prestígio social, a vertente financeira e a ideia de percursos profissionais lineares e ascendentes, cada vez mais escassos na nossa sociedade.

A participação na atividade foi de caráter facultativo, sendo dirigida a todas as turmas do 9.º ano de escolaridade. Foi igualmente realizada uma sessão de esclareci-mento para pais e encarregados de educação afim de se proceder à explicação do enquadramento do atual sistema de ensino para que juntos possamos informar e orientar melhor os nossos educandos.


OBJETIVOS
  • Capacitar os alunos para o processo de tomada de decisão no pós-9.º ano;
  • Promover o desenvolvimento global dos alunos ajudando-os na construção de um projeto de vida que passe pelo investimento na formação e aprendizagem;
  • Promover a boa integração escolar dos alunos e o desenvolvimento do seu sistema de relações interpessoais, possibilitando a construção de projetos comuns de aprendizagem ao longo da vida;
  • Envolver os encarregados de educação no processo de orientação vocacional dos seus educandos.

OPERACIONALIZAÇÃO

O processo de orientação vocacional teve início no mês de fevereiro, com a divulgação da atividade junto de todos os alunos do 9º ano. Seguidamente realizou-se uma sessão para alunos, pais e encarregados de educação, com o objetivo de esclarecer dúvidas e conseguir um maior envolvimento das famílias no processo de orientação vocacional.

A participação dos alunos no processo de orientação vocacional foi, como habitualmente, facultativa carecendo de autorização dos encarregados de educação. Realizaram-se 6 sessões com cada turma, com a colaboração dos diretores de turma sendo a última sessão para a entrega dos resultados aos alunos participantes. No final deste pro-cesso disponibilizamo-nos para esclarecer com os alunos dúvidas que possam ter surgi-do na fase anterior.

De referir que durante a realização do processo de O.V. houve a colaboração do Núcleo para a Criatividade e Desenvolvimento de Competências (N.C.D.C.), dando continuidade a uma parceria estabelecida em anos anteriores com resultados muito posi-tivos para o auto conhecimento e desenvolvimento dos alunos. Nomeadamente, através desta parceria proporciona-se aos alunos da ESIC um relatório individual e pormenorizado sobre as suas preferências e competências vocacionais e profissionais, tornando-se uma mais valia nos processos de tomada de decisão.

VISITAS DOMICILIÁRIAS (GAIAF)
DIAGNÓSTICO

A Visita Domiciliária permite o conhecimento do quotidiano dos alunos no seu ambiente de convivência familiar e comunitária.

As visitas domiciliárias têm como objetivo conhecer as condições de vida dos alunos, obtendo um maior contacto com a família quando o sucesso educativo se encontra comprometido (seja a nível do aproveitamento, assiduidade, problemáticas sinaliza-das e estrutura familiar) e a escola não consegue obter respostas pelos meios habituais. Desta forma, quando o Técnico escolhe a visita domiciliária como instrumento de trabalho deve, junto do sujeito, explicar os motivos que o levam a efetuar esta visita.


OBJETIVOS
  • Conhecer as condições de vida dos alunos no seu ambiente familiar e comunitário;
  • Contactar famílias de alunos cujo sucesso educativo se encontra comprometido e que a escola não consegue contactar pelos meios habituais;
  • Promover o envolvimento parental na escola.

OPERACIONALIZAÇÃO

A visita domiciliária por norma é efectuada sem aviso prévio de modo a poder avaliar as condições e dinâmicas familiares, sem que haja alteração das mesmas antes da chegada do Técnico.

A visita domiciliária permite ao técnico conhecer o meio de origem do aluno, abordar os diferentes elementos do agregado e compreender as dinâmicas existentes entre estes e o seu envolvimento na comunidade. O sentido último da visita domiciliária é a promoção do envolvimento parental na vida escolar dos seus educandos.